CINEMA NA FABULA

 

29 de Fevereiro, 21h30

 

Pobre é quem não tem jipe

24 minutos – média metragem – ficção

Ficha Técnica:

Direcção: Amauri Tangará

Elenco: Diego Borges, Danilo Pereira, Luana Feltrin, Alana Moraes
Fotografia: Mauro Pinheiro
Montagem: Flávio Zettel
Música: Alcemar Mattos e Júlio Cezar.

Sinopse:
Nos anos 50, no interior do Mato Grosso, menino descobre o significado da palavra pobre ao ver pela primeira vez um carro. Esse filme na verdade retrata toda a inocência da infância no sentido mais puro.

Prémios:

- Classificado entre os dez melhores filmes do VIII Festival Internacional de São Paulo - Agosto de 1997;
- Prémio Jangada OCIC - XXIV Jornada de Cinema da Bahia - Setembro de 1997.
- Prémio ANDI - Agência de Notícias dos Direitos da Infância - XXX Festival de Brasília do Cinema Brasileiro - Novembro 1997.
- Prémio Revelação - XXX Festival de Brasília do Cinema Brasileiro - Novembro 1997.
Prêmio Especial do Júri - Adriano Moraes - XXVI Festival Internacional de Cinema do Algarve - Portugal 1998.
- Prémio Melhor Curta-Metragem - ABD Nacional (Associação Brasileira de Documentaristas) - XXI Guarnicê Cine e Vídeo de São Luís do Maranhão - 1998.
- Prémio Especial do Júri Oficial - XXI Guarnicê Cine e Vídeo de São Luís do Maranhão – 1998.
- Prémio Melhor Curta-Metragem - Júri Popular - XXI Guarnicê Cine e Vídeo de São Luís do Maranhão. 

A Oitava Cor do Arco-Iris

80 minutos – longa metragem – ficção

Ficha Técnica:

Direcção: Amauri Tangará

Elenco: Diego Borges, Izabel Serra (Belinha), Waldir Bertúlio e Renan Dimuriez   
Fotografia: André Luis Cunha

Montagem: Flávio Zettel                                                                     
Música: Fabrício Carvalho

Sinopse:

Na pequena vila de Nossa Senhora da Guia, vive o menino Joãzinho, criado pela avó dona Didinha, que o adotou depois que seu pai desapareceu num garimpo e sua mãe foi parar num bordel. Muito doente, a velha Didinha sustenta o neto com a mísera aposentadoria que recebe. Uma noite Joãzinho desperta com as orações de sua avó pedindo a Deus que a leve embora, pois não suporta mais as dores que sente e a falta de condições para comprar remédios que a aliviem. Ao ouvir isso, Joãzinho toma uma importante decisão: vender “mocinha”, sua cabrita, o único animal de estimação que possuía e com o dinheiro comprar os remédios que sua avó necessita. 
Clandestinamente leva a cabrita para a capital, sem conhecer nada nem ninguém passa por todo tipo de aventuras e descobre o lado duro de uma cidade grande, que contrasta com sua ingenuidade de menino nascido e criado no bucolismo saudável de uma pequena vila do rio acima.

 

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